19.2.10

nova linha grafica

O atelier de Azulejaria Joaquim Pombal foi criado em 1985. Vinte anos depois integra o projecto centoecatorze – espaço de criações artísticas, juntamente com a oficina – cerâmica contemporânea e outros projectos artísticos.

Para além da pintura manual tradicional, a elaboração manufacturada do próprio azulejo, os murais cerâmicos de grande escala e os projectos de restauro são as experiências mais emblemáticas do atelier. Aproveitando o grande potencial da tradição da azulejaria portuguesa, levamos a cabo investigação teórica e prática na área da execução de réplicas e restauros. Dessa forma e em função das especificidades das encomendas, analisamos e desenvolvemos técnicas que optimizam o processo de execução e garantem a qualidade técnica e artística.

Desde a sua génese, o Atelier Joaquim Pombal desenvolveu várias acções na área da formação, pretendendo sempre ser um espaço de fruição e aprendizagem.

Sendo um espaço concebido de raiz, a área dedicada à pintura privilegia a luz natural e possui condições para realizar obras de grande envergadura. Reúne também, na área da exposição permanente, exemplares de diferentes estilos e técnicas azulejares. A equipa residente está vocacionada para aconselhar e estimular os seus clientes na criatividade da própria escolha.

12.10.09

ver blog do
centoecatorze

15.3.09

curso teórico de azulejaria


O azulejo em Portugal

Originalidade e Longevidade durante cinco séculos

Apresentação

O Azulejo é uma das expressões mais fortes da Cultura em Portugal e uma das contribuições mais originais do génio dos portugueses para a Cultura Universal. Que intensamente decora e reveste os edifícios, herança oriental, onde esta arte capta e reflecte a luz solar, fazendo dela matéria da própria arquitectura.

A cor, a imagem, a superfície vidrada, reflectem a luz do recorte das figuras, dos traços,dos sinais simbólicos, e assim o homem restitui ao céu, carregado de significado humano, a luz que vem do próprio céu.

É a arte dos pobres: feito de um pouco de terra, feito de um pouco de cor e de fogo, mas não é uma arte pobre. Quanto mais sumptuosa é à vista, mais simples é a sua matéria e seu artificio, sendo a vitória da riqueza da fantasia sobre a riqueza da matéria. É a ostentação dos ricos e o luxo dos pobres.

Quando em toda a Europa, as ruas frias pintam com cores as paredes como que para esconder a miséria, nas cidades portuguesas decoram-se com azulejos para afirmar a alegria e o orgulho que tem em oferecer uma nova natureza humana (típico dos povos do sul).

É em Portugal onde se encontra o maior numero de azulejos IN SITU. É aqui que a ideia de ligação estética entre arquitectura e azulejo tem a sua exuberância, e em nenhum outro país cristão ocidental tem tamanha produção azulejar ininterrupta durante cinco séculos.

Poder-se-ia explicar o uso excessivo do azulejo, uma das consideradas artes menores, por motivos económicos. Mas é exactamente quando nos períodos de florescimento económico que vamos encontrar os melhores exemplos desta arte em Portugal que muitas das vezes era importada,(Países Baixos, Itália e Espanha).

Aqui, o Azulejo ultrapassou largamente a mera função utilitária ou o seu destino de Arte Ornamental e atingiu o estatuto transcendente de Arte, enquanto intervenção poética na criação das arquitecturas e das cidades.

A existência de um Museu Nacional do Azulejo em Lisboa torna bem evidente o valor desta Arte em Portugal, não só pelo imenso Património existente por todo o país e por outras partes do antigo Império, entre o Brasil, as Áfricas e até a Índia, mas também pelo que representa, no passado e ainda na actualidade, da inteligência prática e da sensibilidade dos portugueses. O Museu Nacional do Azulejo é hoje um dos mais importantes Museus de Cerâmica do Mundo e constitui, mais do que uma sugestão de coleccionar azulejos, um convite a visitar o País em busca dos monumentais conjuntos ainda nos seus lugares de origem, percebendo-se bem a relação profunda entre o Azulejo, a arquitectura e a cidade.



Programa e Conteúdos temáticos


Introdução

Definição de azulejo.Face nobre e tardoz.Origem das palavras (al zulej ou azzelij e lapis-lazúli).Terminologia anterior (Tijolo ou Rajola, Ladrilho, Afardons e Luzetas).Termo recente (Azulejo - Azulejaria).O azulejo como expressão da cultura Portuguesa.A luz como material de construção.Luxo dos pobres e a ostentação dos ricos.O azulejo como revestimento nos povos do sul.Portugal maior depositário de azulejos “in situ”.O uso utilitário e económico e o estatuto transcendente de Arte..O museu do azulejo.Estatuto de Arte enquanto intervenção poética

As origens e Expansão

Antigo Egípto.Assírios e Babilónicos.Persas (reflexos metálicos).Árabes.Influência da Porcelana chinesa na cerâmica árabe.Azulejo medieval – Embutido.A cerâmica Árabe na Península – Mudjar, Arabescos e laçarias.Importações de Sevilha.Centros produtores na aldaluzia.Horror ao vazio”.

Inicio da produção em Portugal

Séculos XV – XVI

5 séculos de produção ineterrupta

As Técnicas Mudejares.Alicatados/Enxactados.Enxaquetados (enxaquetado compósito).Corda-seca – corda-seca fendida ou “cuerda seca de refuerzo”.Aresta" ou “cuenca”.Azulejo relevado.Esgrafitado / esgrafiado / sgraffiato.Palácio de Sintra, Sé de Coimbra, Quinta da bacalhoua.O simbolismo do infinito nos arabescos Islâmicos.O ambiente cristão com a estética árabe.Majólica (ou Pisana) - A origem do termo e a revolução na produção..O termo - “Opera di Mallica”.Cubierta ou coperta”.Descrição da técnica.O termo – faiança.A influência da Itália e da Flandres.Francisco Niculoso (o Pisano).Região da Flandres (Antuerpia).Azulejos de Delft.Início da produção em Portugal.Malagueiros em Lisboa.Modelos de circulação internacional adaptados ao azulejo.O estilo maneirista.Cornocopias, volutas em acanto, flores e grinaldas, sanefas, baldaquinos.Francisco de Matos na Igreja de S. Roque em Lisboa.Influências das disposições do Concilio de Trento (os ornamentos Italo-flamengos).Abolição da arte islâmica nas decorações.Porcelana chinesa e “chitas” indianas.Dupla Influência da porcelana Chinesa.Mil anos de experiência da china na porcelana, antes dos europeus.O azul e a espessura da pasta.Consequências do domínio Filipino na produção azulejar.Azulejo de Padrão, Tapete e de Caixilho, Frontais de altar).Azul, amarelo e verde - bem ao gosto português pelo exótico.ponta de diamante”.Durante o período filipino – a retoma das importações de Sevilha.Transculturação nas artes decorativas portuguesas – Os grutescos.Influência da produção Holandesa.Figura avulsa.Albarrada portuguesa.Azulejos de Delft na Figueira da Foz.Proibição da importação de azulejos da Flandres.Reacção das oficinas portuguesas.Gabriel del Barco.Reconquista da independência e o Barroco.Nobreza ganha novo ímpeto no território nacional.Composições policromadas.(amarelo, azul, verde e castanho) de tradição holandesa. Cenas de caça, idílicas, e cenas sobre a temática holandesa dos cinco sentidos.Macacarias - caricatura moral dos reais protagonistas que imitam costumes sem os compreender.Ciclo dos Mestres - Século XVIII.António Pereira, Manuel dos Santos, o monogramista PMP,.António de Oliveira Bernardes e o seu filho Policarpo de Oliveira Bernardes..A policromia substituída pelo monocromia..Padrões de "tapetes" do século XVII, reproduzidos a azul e branco..Estética do barroco.O periodo azul e as cozeduras a lenha.Azulejo historiado.Gravuras de França (passam a ditar as modas)."Figuras de convite".Alizares ou Silhares de albarradas – azul.Figura avulsa nacional de influência Holandesa.A Grande Produção Joanina - Século XVIII.Prolongamento do Ciclo dos Mestres: Nicolau de Freitas, Teotónio dos Santos ou Valentim de Almeida.Encomendas do Brasil.Cenas bucólicas, mitológicas, religiosas – bíblicas, marianistas..Caçadas, quotidiano cortesão e alegóricas.Vitalidade Barroca.Os côncavos e convexos, concheados, flores, frutos, cartuchos, entrelaçados, “putti” (anjos), baldaquinos, efeitos ilusionistas arquitectónicos (balaustradas) e as figuras de convite..Influência da estética "rocaille" Pombalina / policromatismo do estilo Luís XV.Concheado.Rococó.Fábrica do Rato.A azulejaria após o terramoto de 1755.Painéis devocionais na recostrução de Lisboa.Azulejo Pombalino utilitário.Padronagem de tapete Pombalina.Padronagem policromada.Invasões francesas, independência do Brasil e Guerra Civil: Influencias na produção.Estagnação da produção de azulejo..Influência brasileira (o azulejo de fachada/padronagem policromada).Casas de penico” em Portugal.O azulejo de estampilhado e de relevo em fachada exterior. Técnicas.Coexistência da linguagem Romântica com a azulejaria semi-industrial.Principais centros de produção/ fábricas e a mecanização da produção.Introdução das maquinas a vapor na produção azulejar.Fábricas de Lisboa - Viúva Lamego, Sacavém, Constância, Roseira, Santana - do Porto e Gaia - Massarelos, Miragaia, Devezas, Carvalhinho - de Aveiro – Fonte nova e Aléluia.A utilização do “pó-de-pedra” na produção mecanizada..Padronagens “à inglesa” e “à francesa”, naturalistas ou geometrizadas e o metodo de estampilhagem.Estilo Império ou D. Maria / Neo-clássico."Chinoiseries".O Simbolismo na azulejaria de Luiz Ferreira – Ferreira das tabuletas.Pereira Cão.Alberto Nunes.Licínio Pinho e Francisco Pereira.Rafael Bordalo Pinheiro.Arte nova e Arte Deco e as técnicas de execução.Azulejaria Historicista e Revivalista.A técnica de pintura sobre azulejo de Jorge Colaço.Leopoldo Batistini / Maria de Portugal.Jorge Barradas e Paolo Ferreira.Parâmetros funcionalistas internacionais na arquitectura dos anos 50 e o azulejo.Nova geração de arquitectos a participação de jovens artistas plásticos.Artistas da segunda metade do Sec. XX.Júlio Resende, Júlio Pomar, Sá Nogueira, Maria Keil, Manuel Cargaleiro, Querubim Lapa, João Abel Manta, Menez, Cecília de Sousa, Martins Correia, Joaquim Rodrigo, Jorge Martins, Costa Pinheiro, Graça Pereira Coutinho, Zao-Wo-Ki, Sean Scully, Hundertwasser e Eduardo Nery.As grandes campanhas do Metropolitano de Lisboa.Grandes obras públicas.A Expo 98.Ivan Chermaieff, Fernanda Fragateiro, Ilda David, Pedro Casqueiro, Pedro Cabrita Reis.Herança da azulejaria Portuguesa no Brasil

Conclusão

Valorização urbana através da azulejaria

O azulejo de rua

Valorização da paisagem urbana

Apreciação estética do azulejo e sua colocação

Os revivalismos e o gosto da população desatenta da contemporaneidade

A produção artesanal e as correntes estéticas do passado

Os cursos de pintura em azulejos

Roteiro geográfico com interesse histórico para estudo da Azulejaria

Livros e autores de azulejaria

Técnicas e sua terminologia e tipo de produção

Tipo de decoração / terminologia das temáticas abordadas

Tratamento informático e as técnicas de pintura em azulejo

Termos relacionados com a azulejaria

Oficina de restauro de azulejaria de fachada - finais do séc.XIX e princípios do séc.XX

Porque?

A produção azulejar em Portugal desde o seu início sempre teve uma relação directa com os ambientes arquitectónicos onde era aplicada. As fachadas das povoações do Norte (Porto,Matosinhos, Gaia, Ovar, Aveiro, etc.) e mais tarde, as do Sul, vão cobrir-se da azulejos produzidos nas fábricas surgidas após a recuperação económica que se iniciou cerca de 1840. Esta azulejaria de estampilha e relevo encontra-se em numerosos prédios que formam frentes urbanas como a da Calçada da Ajuda em Lisboa e a rua das Tripas no Porto.

Evidente que quando os primeiros tiveram a coragem de o fazer foi um”repelente escândalo”,sendo mesmo utilizado o termo “casas de penico”, mas com a inundação das ruas com tanto reflexo de luz e cor, ousadia valeu a pena tornando-se um potencial de valorização estética dos exteriores. (Tal não aconteceu recentemente durante os finais do SEC.XX por culpa da má qualidade da construção do mau gosto de quem desenhava tais motivos para azulejos).


Grande parte desta azulejaria de fachada aplicada com a “argamassa” está nos nossos dias, a cair e em risco de se perder devido ao desleixo e aos roubos sistemáticos de grandes quantidades de azulejos.

Assim para responder á crescente procura por parte dos propriétários de prédios que querem restaurar este exemplares de afirmação da cultura portuguesa, foi criado no espaçocentoecatorze uma oficina dedicada especialmente ao restauro de azulejos de fachada dos finais do séc.XIX e princípios do séc.XX, já que é desta época que existe maior quantidade de unidades em risco, visto estes serem aplicados no exterior e em cidades costeiras sempre próximas do corrosivo sal do mar.


Com esta iniciativa pretendemos ajudar a proteger um património que se degrada cada dia, ajudado a manter viva uma tradição e um reflexo de uma época. Mais do que os motivos em si, os azulejos dos nossos Burgos históricos reflectem um gosto mourisco herdado dos árabes, pelo excesso em revestimentos decorativos totais dos espaços, uma espécie de “horror ao vazio”, que tanto impressiona os estrangeiros quando visitam as nossas cidades.


Desde 1985 no atelier joaquim pombal, que integra o espaço 114 desde 2005, sempre se realizaram restauros de grandes quantidades de azulejos de todas as épocas da produção portuguesa e com base nesta experiência colocamos aqui os processos que efectuamos nas obras de restauro azulejar:


- Levantamento e trabalhos «in situ» quando necessário
- Registo gráfico e fotográfico exaustivo dos painéis.
- Colagem de película na superfície vidrada para consolidação de todas as unidades e evitar riscos de fracturas na remoção.
- Numeração dos painéis para facilitar posterior montagem dos elementos em falta.
- Levantamento peça a peça de todas as unidades em perigo com consequente remoção de grande parte da argamassa de suporte.

- Limpeza de todas as superfícies vidradas e juntas que se mantêm no local.

- Cópia dos desenhos a realizar para as lacunas existentes, através de decalque.

- Confirmação do desenho e cor dos azulejos que vão sendo restaurados.

-Limpeza, restauro e feitura de réplicas em atelier e laboratório:

- Remoção e limpeza, tanto manual como mecânica, das argamassas duras e calcinadas no tardoz de cada azulejo retirado.
- Limpeza da matéria orgânica, por oxidação. Limpeza das concreções calcárias e remoção dos sais (banhos de tricloroetano, propanona, álcool etílico e água destilada).

- Aplicação de pesticida quando necessário, para eliminação de fungos.

- Dessalinização, sempre que se verifique a existência de sais solúveis.

- Consolidações pontuais dos azulejos fracturados que não carecem de restauro integral.

- Ensaios de laboratório de pastas cerâmicas, vidrados e tintas adequadas ao restauro dos azulejos em falta.

- Feitura de novos azulejos, secagem, enforna e desenforna (processo de chacotagem).

- Vidragem do vidrado de base.

- Colocação e montagem dos painéis nas pranchetas para o processo de pintura.

-Passagem dos desenhos ao vidrado cru.

- Pintura com tintas de alto fogo (com os resultados dos testes de cor), sempre com observação do material fotográfico. (eventualmente em situações mais complexas algumas unidades serão executadas no local da obra).

- Numeração e catalogação do material pintado.

- Vidragem com vidrado transparente sobre a pintura.

- Colocação em gazetes (recipientes p/ enfornamento)

-Enfornamento e desenforna do material pintado assim como verificação de resultados. Cozedura 1000ºC. durante 8 horas e arrefecimento durante 12 horas.

-Recorte dos azulejos depois de cozidos (se necessário).

-Repetição de eventuais desajustes de tonalidades de vidrados assim como de partes pintadas.

-Repetição de todo o processo de pintura sempre que for necessário.


Resistência e durabilidade

Os azulejos pintados para estes restauros são similares aos originais antigos, assim como as tintas e vidrados utilizados. A pintura é feita com tintas de alto fogo para cerâmica. Os azulejos são cozidos, neste caso, em fornos eléctricos ou a gás, a uma temperatura de 1000ºC. ocorrendo uma perfeita fusão entre o vidrado de base e as tintas aplicadas, sendo a sua durabilidade, quando bem aplicados, secular.

14.3.09

cursos de azulejaria e cerâmica mural criativa

Neste espaço onde sempre se realizam cursos e estágios nos últimos 20 anos e normalmente dedicados ás técnicas azulejares de tradição portuguesa, incrementamos agora também recursos a materiais normalmente não usados na azulejaria tradicional. Assim com uma componente criativa e com novas técnicas os alunos terão mais alternativas e liberdade na experimentação e pratica da azulejaria e da decoração cerâmica mural.

Informações  atravez dos contactos deste blog

As técnicas abordadas:

Noções históricas e técnicas utilizadas na cerâmica mural desde a antiguidade até aos nossos dias com projecção de imagens. Abordagem sobre materiais, ferramentas especificas e cuidados de higiene para a prática da cerâmica mural. Manufactura de azulejos em diferentes pastas cerâmicas. Concepção de moldes. Moldes de reprodução azulejar em relevo por via seca e via húmida. Técnicas de decoração plástica. Incrustações. Gravura sobre chacota crua e cozida, estampagens, incisões. Vidragem, manual, mecânica e pistola cortina de água. Pintura com vidros transparentes e opacos. Pintura sobre chacota, tintas e pigmentos, vidrados e lapis cerâmico. Mojólica sobre vidrado cru estanifero e outros. Diferentes materiais para reservas (estampilhas). A “coberta” sobre engobe. Técnicas de aresta e corda seca e corda seca fendida. Técnicas de pintura dos diferentes estilos azulejares (Séc. XV a Séc. XX). Erografo. Lustres e terceiro fogo. Esgrafitado mourisco. Esgrafiados e encrostados. Engobe e formas de o aplicar. Experimentação com sais subleveis. Misturas de pastas com outros componentes orgânicos para resistência mecânica das pastas em verde de grandes formatos e efeitos de texturas: celulose e fibras naturais. Reservas de cera e Latex. Relevos com reservas de colas. Reservas e decoração a fumo. Técnicas de impressão, gravados, serigrafia, fotocerêmica. Esmaltes ecológicos. Raku. Tecnologia de reutilização dos materiais cerâmicos e purificação da água em estação de tratamento atravez de plantas. Técnicas de cozedura e tipos de fornos. Arrefecimento e desenfornamento. Formas de aplicação do mural cerâmico.

11.6.07

novas propostas azulejares dentro da temática tradicional













figuras de convite na sala de exposição do atelier






exemplos permanentes na nossa exposição

interior do atelier





sala de pintura do atelier

21.3.07

igreja de lagoaça


revestimento azulejar realizado na 1ª metade da década de 90, onde desde pesquisa e recolha de elementos para execução da obra esteve a cargo do atelier. os altares , púlpito e lambril que ladeia toda a nave, estão decorados com cenas da vida de stº antão. a execução da obra levou quase um ano sendo a aplicação acompanhada pelos próprios pintores.


painel esquerdo do altar da igreja de lagoaça
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pormenor dos paineis no altare da igreja de lagoaça
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mural para piscina - marco de canaveses
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revestimento para simposium de escultura em stº tirso
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revestimento de esculturas no simposium de escultura de stº tirso
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12.3.07

projecto de azulejaria comunitária do bairro do cerco - porto - 1998


o maior projecto que o atelier realizou(750m2).
ao longo de 2 anos foram pintados e aplicados mais de 32000 azulejos
-entidades promotoras- fundação para o desenvolvimento do vale de campanhã e equipa técnica do subprojecto URBAN
-montagem da exposição apresentada no porto e em frança -CRAT
-direcção artística e pedagógica- elvira leite
-co-financiamento- fundo social europeu e câmara municipal do porto
-publicação do projecto em livro na colecção"aprendizagens em movimento"

Etiquetas:


aplicação dos paineis no bairro do cerco(1998)
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18.2.07





projecto de azulejaria comunitaria do bairro do cerco-porto
2 anos de execução -750 m2 de paineis

pormenores da obra no bairro do cerco
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santa cruz do bispo-matosinhos
pormenor de mural com 18m2 aplicado no largo da igreja


figuras de convite aplicadas em barcelos
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mural p/ teatro infantil de bitarães-paredes 125m2



exemplos dos restauros efectuados
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13.2.07

hospital de stº antónio-porto


sala de espera da urgência

12.2.07

azulejaria no hospital de stº antónio - porto



azulejaria no hospital de stº antónio - porto
uma das obras mais emblemáticas realizadas no atelier está presente na urgência pediátrica. corredores,consultórios,salas de espera são exposição permanente de azulejaria com temas infantis para que o local tenha uma linguagem que agrada aos mais pequenos que frequentam este espaço.


11.12.06

10.12.06


televisão estatal do japão no atelier

12.9.06


filmagens no atelier

12.8.06


elaboração dos textos para apresentação do atelier á TV do japão

12.7.06


filmagens na sala de pintura

12.6.06


jaoquim pombal e marisa alves com a equipa da televisão no ultimo dia de filmagens

11.6.06

antiga linha grafica do atelier


16.5.06



centoecatorze-espaço de criações artisticas - atelier joaquim pombal
R. D. frei Lourenço Esteves de Gyos,114
4465-672 Leça do Balio
Portugal
centoecatorze@gmail.com
00351229519846
00351968029727
00351918955043
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